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Como será a vida pós-aposentadoria? Nunca é cedo demais para começar a planejá-la!

Imagem de um relógio quarta-feira, 15/05/2024, às 10:40

Esta é uma pergunta que muitas pessoas começam a fazer somente quando estão prestes a se aposentar. Porém, esperar até esse momento para começar a se planejar financeiramente muitas vezes pode trazer desvantagens. Sendo assim, vamos entender melhor o que é a aposentadoria e por que é essencial começar a se preparar para ela o quanto antes.

O que é a aposentadoria?

A aposentadoria não é uma premiação pelo tempo de serviço, como muitos pensam, mas, fazendo uma analogia, seria um seguro de renda destinado àqueles que perdem sua capacidade de trabalhar, essencialmente relacionada, à velhice. É importante salientar que esse seguro irá repor apenas parte da sua renda, ou seja, nenhuma previdência social tem por objetivo pagar benefícios que representem 100% da renda do trabalhador ativo.

Isso acontece, pois em tese, espera-se que o aposentado tenha menos gastos do que quando estava na ativa. Porém, na prática, sabemos que nem sempre isso ocorre, uma vez que gastos que antes ele não possuía na fase ativa, ele passará a ter na sua vida de aposentado, como medicamentos, plano de saúde, viagens e realizações de novos hobbies que podem surgir na vida pós-aposentadoria.

A tendência é nos aposentarmos cada vez mais idosos

Desde 2016, a previdência social vem apresentando dificuldades relacionadas ao seu custeio. No Regime Geral, o sistema utilizado é o da Repartição Simples. E o que isso significa? Que neste sistema não há formação de reservas; o trabalhador que está na ativa paga o benefício de quem está aposentado. Logo, para que funcione bem, é necessário ter um “equilíbrio” entre a soma de todas as contribuições e o total pago aos beneficiários.  Ocorre que este equilíbrio vem sendo desbalanceado ao longo dos anos. E esse fenômeno tem relação com a pirâmide etária da população brasileira e tem sido impulsionado, principalmente, devido a 3 fatores:

1 – Estrutural: envelhecimento da população, queda da fecundidade e mudanças nas relações de trabalho.

A diminuição da fecundidade terá impacto direto na economia do país, uma vez que é necessário que haja uma renovação da mão-de-obra ativa para manutenção da reserva na previdência social e, porventura, dos pagamentos dos benefícios dos aposentados. Com a diminuição da população jovem, teremos menos pessoas contribuindo para o INSS e aqueles que já estão trabalhando terão que se aposentar cada vez mais tarde, havendo uma sobrecarga dessa população para garantir o pagamento do benefício daqueles que já estão aposentados.

2 – Conjuntural: questões econômicos-sociais.

O aumento do desemprego leva mais pessoas a buscarem no trabalho informal uma forma de obter renda. Porém, muitos desses trabalhadores informais não contribuem para o INSS, agravando ainda mais o déficit.

3 – Administrativo: problemas relacionados à gestão, tais como aumento de fraudes.

Para que as questões envolvendo custeio e solvência da previdência social possam ser equilibradas, com frequência são realizadas as chamadas Reformas Previdenciárias. A última foi a Emenda Constitucional n° 103, de 13 de novembro de 2019, que trouxe uma série de mudanças, com destaque à remoção da opção de aposentadoria por tempo de contribuição (com exceção dos grupos pré-reforma e de transição) e o aumento do tempo de aposentadora por idade.

Uma maneira de pensar em uma vida pós-aposentadoria mais confortável é complementar sua renda desde cedo

Na previdência complementar, todo dinheiro que você contribui é aplicado em uma reserva matemática que será utilizada para a criação de uma renda para você, ou seja, com o valor que você contribui, será formada a renda que você vai receber, de forma diferente do que ocorre na previdência social, como explicamos anteriormente.

Além disso, o plano de previdência complementar oferece a oportunidade de você aumentar o seu percentual de contribuição, conforme as suas possibilidades. Isso significa que você poderá de tempos em tempos ajustar o valor da sua contribuição de acordo com sua realidade financeira e aumentar sua renda futura, proporcionando assim maiores chances de obter estabilidade financeira, qualidade de vida e conforto durante sua aposentadoria.

Uma outra vantagem dos planos de previdência complementar, como no caso da PREVIRB, é a oportunidade de que o valor de sua contribuição mensal seja duplicado, uma vez que o Patrocinador, de forma paritária, adiciona a mesma quantia que você contribui.  Vale registrar que essa situação somente está prevista nas contribuições ordinárias, não se concretizando nas contribuições individuais extraordinárias.

A previdência complementar também pode te proporcionar uma maior proteção

A Emenda Constitucional n° 103/2019 trouxe não apenas uma redução no benefício mensal pago ao contribuinte, mas também uma redução nos valores e, em alguns casos, na duração dos benefícios de risco, como o de Incapacidade temporária (antigo Auxílio-Doença) e o de Incapacidade Permanente (antiga Aposentadoria por Invalidez).

Dito isso, podemos dizer que ao aderir a um plano de previdência complementar, você garante não apenas uma complementação da renda da aposentadoria, mas também uma complementação do fator de proteção, já que muitos planos oferecem coberturas de benefícios de risco como Auxílio-Doença, Auxílio-Funeral, Aposentadoria por Invalidez, Pecúlio por Morte, entre outros. Pesquise mais sobre esse tema ou, se desejar, entre em contato conosco!

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